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Estocagem agroindustrial: onde você pode estar perdendo mais do que imagina

No centro de toda cadeia agroindustrial eficiente, há um elo que ainda recebe menos atenção do que deveria: a estocagem. Em um cenário onde se fala cada vez mais em produtividade, rastreabilidade e controle, armazenar grãos, sementes ou insumos de forma reativa ainda é a realidade de muitas operações.

Mas isso tem um custo. E ele não é pequeno.

Os números não metem

Segundo dados recentes da Abimaq e da Forbes Agro:

• O Brasil possui um déficit de mais de 120 milhões de toneladas em capacidade de armazenagem

• A estimativa de perdas em 2023, causadas por falhas estruturais e operacionais, chegou a R$ 30,5 bilhões

• Entre 10% e 20% dos grãos são comprometidos por mofo, pragas, fermentação ou manuseio inadequado

Essas perdas são silenciosas. Acontecem todos os dias, sem grandes alertas, até que o impacto aparece no balanço.

Os erros mais comuns na estocagem (e como evitá-los)

Silos de estocagem na agroindústria

1. Volume sem visibilidade

Planejar entrada, saída e logística com base em estimativa de volume armazenado é uma das causas mais recorrentes de falha. Sem dados precisos, não há controle real.

Solução:

Sensores de nível (ultrassônicos ou a laser) conectados a dashboards em tempo real permitem controle exato, eliminam suposições e reduzem perdas por má gestão.

2. Monitoramento manual e exposição a riscos

Subir no silo com régua ou bastão ainda é prática comum — e ultrapassada. Além do risco físico, os dados obtidos são imprecisos e operacionais.

Solução:

Monitoramento remoto com sensores fixos, acessado por plataforma digital. Mais segurança, mais agilidade, menos exposição.

Técnico subindo uma escada de um silo de estocagem
Silo de estocagem agroindustrial com uma leve fumaça branca

3. Variações de temperatura não controladas

Temperatura interna do silo varia em camadas. Sem controle, surgem hotspots, degradação e, em casos extremos, risco de combustão espontânea.

Solução:

Multissensores térmicos em diferentes alturas detectam anomalias e geram alertas automáticos. A resposta é rápida e preventiva.

4. Umidade invisível, mas destrutiva

Condensação, infiltração e variação climática geram focos de umidade. Fungos e micotoxinas comprometem qualidade e segurança sanitária dos grãos.

Solução:

Sensores de umidade associados a ventilação automática e algoritmos de controle mantêm o equilíbrio ideal do ambiente.

Silo com Umidade, com diversos focos de mofo em suas paredes
Homem com chapéu de frente para um silo com problemas e grãos espalhados pelo chão

5. Ações sempre depois do problema

Muitas decisões na estocagem ainda são reativas. Atua-se quando o problema já gerou perda e o prejuízo já está feito.

Solução:

Com coleta contínua de dados e uso de inteligência artificial, é possível prever falhas e agir com antecedência. Manutenção preditiva, não corretiva.

O que muda com uma estocagem orientada por dados?

• Visibilidade total do que está armazenado, em tempo real

• Redução de perdas por degradação, mofo ou calor

• Decisões mais rápidas e baseadas em dados confiáveis

• Menos deslocamento físico, mais segurança para a equipe

• Planejamento mais eficiente e previsível

A Nivetec pode ajudar sua operação a chegar lá

Com mais de 30 anos de atuação no setor, a Nivetec oferece soluções de monitoramento e automação para estocagem agroindustrial. São sistemas completos, integrados a plataformas em nuvem, com suporte técnico e aplicação personalizada para cada cenário.

Nosso objetivo é simples: transformar dados em eficiência, previsibilidade e rentabilidade para o seu processo.

Quer entender como isso se aplica ao seu silo, sua cooperativa ou armazém?